Ingo Porto

Empreendedor, recifense, participa da doutrina espírita desde 2009. É criador e Webmaster do Site Espírita.

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Veja as 102 Postagens de Ingo Porto

  • Por que Deus não impede o mal?

    Frederick Antony Ravi Kumar Zacharias, evangelista e apologista cristão nascido na Índia, emigrou para o Canadá aos vinte anos e vive atualmente nos EUA. Zacharias é autor de vários livros, incluindo o premiado “Pode o homem viver sem Deus?”

  • Data Limite Segundo Chico Xavier

    SINOPSE

    Especialistas em ufologia afirmam que após a explosão das bombas de Hiroshima e Nagasaki, se verificou um aumento considerável no número de avistamentos de OVNI’S (Objetos Voadores Não Identificados) em todo o mundo.

    Pouco mais de duas décadas depois, o médium brasileiro Chico Xavier confidenciava aos companheiros mais próximos que, por ocasião da chegada do homem à lua em 20 de julho de 1969, acontecera uma reunião com as potências celestes de nosso sistema solar para verificar o avanço da sociedade terrena. Decidiram pois, conceder a humanidade um prazo de 50 anos para que evoluísse moralmente e convivesse em paz, sem provocar uma terceira guerra mundial.

    Se assim convivesse até a Data Limite, a humanidade estaria, a partir de então, pronta para entrar numa nova era de sua existência, e feitos magníficos seriam verificados por toda a parte, inclusive os nossos irmãos de outros planetas estariam autorizados expressamente à se apresentarem pública e oficialmente para os habitantes da terra.

  • Alexandre Caldini explica Reencarnação

    Neste programa, o escritor Alexandre Caldini fala sobre reencarnação e sua crença de que esta vai além da visão espírita.

  • O Livro dos Espíritos

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    O Livro dos Espíritos (na língua francesa, Le Livre des Esprits) é o primeiro livro sobre a Doutrina Espírita, publicado pelo educador francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, sob o pseudônimo Allan Kardec. É uma das obras básicas do espiritismo.

    Em sua primeira edição contou apenas com 501 questões, mais tarde em 1860, com apenas um ano do lançamento da Revista Espírita, Allan Kardec reuniu subsídios suficientes para publicar a segunda edição de O Livro dos Espíritos fundindo mais um conjunto de instruções que possuía, e aproveitando para dar à distribuição das matérias uma ordem muito mais metódica, suprimindo ao mesmo tempo tudo quanto tivesse duplo sentido e Inserindo notas explicativas.Conforme assevera ele mesmo na Revista Espirita de julho de 1860. Nesse momento surgiu o erro de numeração da questão 1011 onde a mesma foi suprimida, por todas as outras quatorze edições até seu desencarne.

  • Porque os espíritas não temem a morte

    TEMOR DA MORTE:
    Causas do temor da morte
    Razão por que não a temem os espíritas

    Causas do temor da morte

    1 – O homem, seja qual for a escala de sua posição social, desde selvagem tem o sentimento inato do futuro; diz-lhe a intuição que a morte não é a última fase da existência e que aqueles cuja perda lamentamos não estão irremissivelmente perdidos. A crença da imortalidade é intuitiva e muito mais generalizada do que a do nada. Entretanto, a maior parte dos que nele crêem apresentam-se-nos possuídos de grande amor às coisas terrenas e temerosos da morte! Por quê?

  • O Evangelho Segundo o Espiritismo

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    Sumário:

    Na introdução da obra, Kardec divide didaticamente os relatos contidos nos Evangelhos canônicos em cinco partes: os atos ordinários da vida de Jesus, os milagres, as predições, as palavras que serviram de base aos dogmas, e os ensinamentos morais. Segundo Kardec, se as quatro primeiras foram, ao longo da história, objeto de grandes controvérsias, a última tem sido ponto pacífico para a maior parte dos estudiosos.

    Assim, é especificamente sobre essa parte que Kardec lança o olhar espírita. Longe de pretender criar uma “Bíblia espírita” ou mesmo de objetivar uma reinterpretação espírita desse livro sagrado, Kardec se empenha em extrair dos Evangelhos princípios de ordem ético-moral universais, e em demonstrar sua consonância com aqueles defendidos pelo espiritismo. Utiliza-se, na maior parte da obra, da célebre tradução francesa de Lemaistre de Sacy (1613-1684). Eventualmente, para solucionar divergências, Kardec recorreu ao grego e ao hebraico.

  • Emmanuel descreve Jesus

    Em sua terceira reencarnação conhecida, Emmanuel era Publius Lentulus Cornelius, um senador romano e bisneto do anterior Publius Lentulus Cornelius Sura. Viveu à época do Cristo, de acordo com declarações do médium mineiro. De 24 de outubro de 1938 a 9 de fevereiro de 1939, Emmanuel transmitiu ao médium as suas impressões, revelando-nos o orgulhoso patrício romano Públio Lentulus Cornelius no romance “Há dois mil anos“. Públio lutou pela sua Roma, não admitindo a corrupção e demonstrando integridade de caráter. Sofreu ao mesmo tempo durante anos a suspeita de ter sido traído pela esposa a quem tanto amava, Lívia. Teve a oportunidade de se encontrar pessoalmente com Jesus, mas entre a opção de ser servo de Jesus ou servo do mundo, optou pela última.

  • Biografia: Emmanuel

    Emmanuel-espíritoEmmanuel é o nome dado pelo médium espírita brasileiro Chico Xavier ao espírito a que atribui a autoria de boa parte de suas obras psicografadas. Esse espírito era apontado por Chico Xavier como seu orientador espiritual.

    Há também um livro homônimo de Chico Xavier que leva a assinatura de Emmanuel, publicado em 1938.

    A obra mediúnica atribuída a Emmanuel é composta por dezenas de livros, muitos deles traduzidos para diversos idiomas. São romances históricos, livros de aconselhamento espiritual, obras de exegese bíblica, etc.

  • INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS: III – É Permitido Repreender Os Outros?

    SÃO LUIS

    Paris, 1860

     

    19 – Ninguém sendo perfeito, não se segue que ninguém tem o direito de repreender o próximo?                              

    Certamente que não, pois cada um de vós deve trabalhar para o progresso de todos, e sobretudo dos que estão sob a vossa tutela. Mas isso é também uma razão para o fazerdes com moderação, com uma intenção útil, e não como geralmente se faz, pelo prazer de denegrir. Neste último caso, a censura é uma maldade; no primeiro, é um dever que a caridade manda cumprir com todas as cautelas possíveis; e ainda assim, a censura que se faz a outro deve ser endereçada também a nós mesmos, para vermos se não a merecemos.