• O Livro dos Médiuns

    O Livro do Mediunsicon-pdfFaça download do PDF aqui.


    O Livro dos Médiuns, ou Guia dos Médiuns e dos Evocadores (em língua francesa Le Livre des Médiums), é um livro espírita francês. De autoria de Allan Kardec, foi publicado em Paris em janeiro de 1861. É uma das obras básicas do espiritismo.

    Versa sobre o caráter experimental e investigativo da doutrina espírita, visto como ferramenta teórico-metodológica para se compreender uma “nova ordem de fenômenos”, até então jamais considerada pelo conhecimento científico: os fenômenos ditos espíritas ou mediúnicos, que teriam como causa a intervenção deespíritos na realidade física.

  • O Livro dos Espíritos

    42132678icon-pdfFaça download do PDF aqui.


    O Livro dos Espíritos (na língua francesa, Le Livre des Esprits) é o primeiro livro sobre a Doutrina Espírita, publicado pelo educador francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, sob o pseudônimo Allan Kardec. É uma das obras básicas do espiritismo.

    Em sua primeira edição contou apenas com 501 questões, mais tarde em 1860, com apenas um ano do lançamento da Revista Espírita, Allan Kardec reuniu subsídios suficientes para publicar a segunda edição de O Livro dos Espíritos fundindo mais um conjunto de instruções que possuía, e aproveitando para dar à distribuição das matérias uma ordem muito mais metódica, suprimindo ao mesmo tempo tudo quanto tivesse duplo sentido e Inserindo notas explicativas.Conforme assevera ele mesmo na Revista Espirita de julho de 1860. Nesse momento surgiu o erro de numeração da questão 1011 onde a mesma foi suprimida, por todas as outras quatorze edições até seu desencarne.

  • O Evangelho Segundo o Espiritismo

    eseicon-pdfFaça download do PDF Aqui.


    Sumário:

    Na introdução da obra, Kardec divide didaticamente os relatos contidos nos Evangelhos canônicos em cinco partes: os atos ordinários da vida de Jesus, os milagres, as predições, as palavras que serviram de base aos dogmas, e os ensinamentos morais. Segundo Kardec, se as quatro primeiras foram, ao longo da história, objeto de grandes controvérsias, a última tem sido ponto pacífico para a maior parte dos estudiosos.

    Assim, é especificamente sobre essa parte que Kardec lança o olhar espírita. Longe de pretender criar uma “Bíblia espírita” ou mesmo de objetivar uma reinterpretação espírita desse livro sagrado, Kardec se empenha em extrair dos Evangelhos princípios de ordem ético-moral universais, e em demonstrar sua consonância com aqueles defendidos pelo espiritismo. Utiliza-se, na maior parte da obra, da célebre tradução francesa de Lemaistre de Sacy (1613-1684). Eventualmente, para solucionar divergências, Kardec recorreu ao grego e ao hebraico.