• No Mundo Maior

    No Mundo Maior é um livro espírita, psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier, com autoria atribuída ao espírito André Luiz. Publicado pela Federação Espírita Brasileira no ano de 1947.

    Esta é a quinta obra da série do autor espiritual André Luiz, chamada de Série André Luiz composta de 16 livros. A Série André Luiz pode ser subdividida em duas partes: Coleção A Vida no Mundo Espiritual e Obras Complementares. No Mundo Maior é também a quinta obra da Coleção A Vida no Mundo Espiritual.

    É detalhadamente relatado neste livro aspectos da comunicação entre espíritos desencarnados e encarnados, especialmente durante o repouso do corpo físico. Também são tratados assuntos referentes a desequilíbrios mentais, como epilepsia, esquizofrenia e Síndrome de Down. Ressaltando o socorro imediatamente prestado pelos trabalhadores espirituais, que evitam dentro da possibilidade, a loucura, o suicídio e os extremos desastres morais.

  • Espiritismo Fácil 01 – Princípios Espíritas

    Entenda o Espiritismo em poucos minutos. Nesta série de videoaulas, o escritor e expositor espírita Luis Hu Rivas explica questões como: Podemos lembrar de vidas passadas? Existe vida em outros planetas? Nos sonhos podemos ver o futuro? Como é a vida depois da morte? Onde está escrita a lei de Deus? Como afastar os maus Espíritos? Quem foi Chico Xavier? E Allan Kardec?. Vídeo produzido pelo Clube de Arte e exibido na tvnovaluz.com.

  • Você já reparou que é um herói?

    Você já reparou que é um herói?

    O trabalho diário, as conduções difíceis, a luta constante, tudo isso forma de você um herói.

    Então, não desanime, porque os heróis superam as dificuldades com alegria.

    Jamais se irrite!

    Olhe para todos com bons olhos, procurando distribuir a coragem e alegria que habitam em você.

    Você é um herói, comporte-se como um herói!

    (Minuto de Sabedoria )

  • Resumo da Doutrina de Sócrates e Platão

    I – O homem é uma alma encarnada. Antes de sua encarnação, ela existia junto aos modelos primordiais, às idéias do verdadeiro, do bem e do belo. Separou-se delas ao encarnar-se, e lembrando seu passado,sente-se mais ou menos atormentada pelo desejo de a elas voltar.

    Não se pode enunciar mais claramente a distinção e a independência dos dois princípios, o inteligente e o material. Além disso, temos aí a doutrina da preexistência da alma; da vaga intuição que ela conserva, da existência de outro mundo, ao qual aspira; de sua sobrevivência à morte do corpo; de sua saída do mundo espiritual, para encarnar-se; e da sua volta a esse mundo, após a morte. É, enfim, o germe da doutrina dos anjos decaídos.

  • IV – Sócrates e Platão, Precursores da Doutrina Cristã e do Espiritismo

    Da suposição de que Jesus devia conhecer a seita dos essênios, seria errado concluir que ele bebeu nessa seita a sua doutrina, e que , se tivesse vivido em outro meio professaria outros princípios. As grandes idéias não aparecem nunca de súbito. As que têm a verdade por base contam sempre com precursores, que lhes preparam parcialmente o caminho. Depois, quando o tempo é chegado, Deus envia um homem com a missão de resumir, coordenar e completar os elementos esparsos, com eles formando um corpo de doutrina. Dessa maneira, não tendo surgido bruscamente, a doutrina encontra, ao aparecer, espíritos inteiramente preparados para a aceitar. Assim aconteceram com as idéias cristãs, que foram pressentidas muitos séculos antes de Jesus e dos essênios, e das quais foram Sócrates e Platão os principais precursores.

  • III – Notícias Históricas

    Para bem compreender certas passagens dos Evangelhos, é necessário conhecer o valor de muitas palavras que são freqüentemente empregadas nos textos, e que caracterizam o estado dos costumes e da sociedade judia naquela época. Essas palavras, não tendo para nós o mesmo sentido, foram quase sempre mal interpretadas, gerando algumas incertezas. A compreensão da sua significação explica também o verdadeiro sentido de certas máximas, que à primeira vista parecem estranhas.

  • II – Autoridade da Doutrina Espírita

    Controle Universal do Ensino dos Espíritos

    Se a doutrina espírita fosse uma concepção puramente humana, não teria como garantia senão as luzes daquele que a tivesse concebido. Ora, ninguém neste mundo poderia ter a pretensão de possuir, sozinho, a verdade absoluta. Se os Espíritos que a revelaram se houvessem manifestado a apenas um homem, nada lhe garantiria a origem, pois seria necessário crer sob palavra no que dissesse haver recebido os seus ensinos. Admitindo-se absoluta sinceridade de sua parte, poderia no máximo convencer as pessoas do seu meio, e poderia fazer sectários, mas não chegaria nunca a reunir a todos.

  • I – Objetivo desta Obra

    Podemos dividir as matérias contidas nos Evangelhos em cinco partes: os atos comuns da vida do Cristo; os milagres; as profecias; as palavras que serviram para o estabelecimento dos dogmas da Igreja; ensino moral. Se as quatro primeiras partes têm sido objeto de discussões, a última permanece inatacável. Diante desse código divino, a própria incredulidade se curva. É o terreno em que todos os cultos podem encontrar-se, a bandeira sob a qual todos podem abrigar-se, por mais diferentes que sejam as suas crenças. Porque nunca foi objeto de disputas religiosas, sempre e por toda parte provocadas pelos dogmas. Se o discutissem, as seitas teriam, aliás, encontrado nele a sua própria condenação, porque a maioria delas se apegaram mais à parte mística do que à parte moral, que exige a reforma de cada um. Para os homens, em particular, é uma regra de conduta, que abrange todas as circunstâncias da vida privada e pública, o princípio de todas as relações sociais fundadas na mais rigorosa justiça. É, por fim, e acima de tudo, o caminho infalível da felicidade a conquistar, uma ponta do véu erguida sobre a vida futura. É essa parte que constitui o objeto exclusivo desta obra.